
“Lá vem Ibson, virou com Léo Moura, Léo investe no passe longo para Obina (!!!)... e agora: Tudo pode acontecer... Tudo pode acontecer...”. Sua sensibilidade esteve aguçada em algum momento e feita a narração desta forma, a expressão virou sua marca registrada. Obina é um jogador curiosíssimo. Afinal, plagiando o narrador, tudo pode acontecer quando ele pega na bola. O leque de possibilidades vai de um drible sensacional emendado de um golaço a um tropeço bisonho ou algo parecido. Ainda assim, me parece um atleta valiosíssimo para o Flamengo. Sempre marca na hora H, sobressai-se em decisões e, ainda que a grandíssima maioria discorde de mim, tem excelente visão de jogo para passar a bola e posicionar-se. Talvez seus principais defeitos sejam a pouca velocidade e a falta de precisão no cabeceio.

1 – Zé Roberto chegou bem. No mínimo, é esforçado, quer jogo.
2 – Willians é promessa das boas.
3 – Jonatas joga demais. Só depende dele para ter uma carreira grandiosa.
4 – Jogador Everton irrita.
5 – Chega de Kléberson. Ninguém agüenta mais. Já deu.
No mais do futebol carioca, o destaque óbvio é Victor Simões. Pode fazer a diferença no campeonato.
- “Night of the living dead” (A noite dos mortos vivos) de George Romero é o precursor dos filmes de Zumbi. O clássico de 1968 está disponível em DVD na Livraria da Travessa. Ainda que seja um trabalho notável, “Psycho” (Psicose) de Hitchcook se mostra bem mais genial, não somente em termos de elenco e direção, mas também em quesitos técnicos. Este é mais um exemplo da magnitude do trabalho do mestre Alfred. Afinal, “Psycho” é 8 anos mais velho que o filme de Romero.

Rafael Leme Gonzalez (rafael.leme@globo.com)








